COLETIVO REHLUM
MULHERES TECNOLÓGICAS
Mulheres organizadas para transformar realidades.
Tecnologia, conhecimento e ação para ampliar possibilidades e transformar vidas
A NOSSA LUTA

A POPULAÇÃO DE SÃO JOÃO DE MERITI PRECISA SABER.
O PREFEITO DE SÃO JOÃO NÃO ACEITOU, GRATUITAMENTE, PROTEGER AS MULHERES.
O PREFEITO LÉO VIEIRA NÃO ACEITOU NO MUNICÍPIO UMA TECNOLOGIA DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES CONTRA A VIOLÊNCIA, ASSALTOS E O FEMINICÍDIO — E QUE TAMBÉM OFERECE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA ÀS PESSOAS IDOSAS.
O Coletivo de Mulheres da Rehlum levou ao Município uma solução: o GSZ360, um aplicativo de segurança e proteção social desenvolvido a partir da escuta de centenas de relatos de mulheres vítimas de violência, de familiares de vítimas de feminicídio e de pessoas idosas que convivem com o medo de passar mal sem ter quem possa socorrê-las — ou até de morrer sozinhas em casa.
O aplicativo foi apresentado aos setores responsáveis da Prefeitura, inclusive à área de tecnologia.
E a resposta do prefeito foi: “Não tenho interesse.”
POR QUÊ?
Por que não aceitar mais uma alternativa para proteger as mulheres da violência, dos assaltos e do feminicídio?
Por que não aceitar uma ferramenta capaz de ampliar o socorro, a proteção, a assistência e a segurança emocional das pessoas idosas?
QUEM AMA, PROTEGE.
QUEM NÃO AMA, NÃO PROTEGE.
CONCURSO LITERÁRIO NACIONAL

CONCURSO LITERÁRIO NACIONAL
O MAIOR FESTIVAL LITERÁRIO DESTINADO AO PÚBLICO FEMININO DO BRASIL
O Coletivo Rehlum acredita que toda mulher carrega uma história, uma experiência e uma visão de mundo capazes de produzir conhecimento e transformar a sociedade.
Por isso, estamos construindo um grande movimento literário nacional: mulheres de diferentes cidades, idades, profissões, realidades e pensamentos escrevendo, publicando e fazendo suas vozes chegarem a todo o Brasil.
O tema do concurso é:
FEMINICÍDIO DO PODER
Não estamos falando apenas da morte física de uma mulher.
Feminicídio do Poder é uma provocação sobre outra forma de apagamento: aquela que reduz, enfraquece ou retira das mulheres sua autoridade, sua legitimidade, sua influência, sua representatividade e sua possibilidade de ocupar os espaços onde as decisões são tomadas.
E esse fenômeno não pode ser explicado simplesmente como uma ação dos homens contra as mulheres. Ele pode estar nas instituições, nas relações sociais, na cultura, na política, na maneira como aprendemos a reconhecer uma liderança e até nas escolhas feitas pelas próprias mulheres.
Porque existe uma contradição que precisa ser enfrentada:
As mulheres estão nas universidades, nas empresas, nas comunidades, no campo, na ciência, na cultura, na tecnologia, na educação, na saúde e em praticamente todos os espaços da sociedade. Mas continuam sendo minoria justamente em muitos dos lugares onde as principais decisões são tomadas.
Então a pergunta não é apenas por que existem barreiras para uma mulher chegar ao poder.
A pergunta é mais profunda:
POR QUE A SOCIEDADE AINDA NÃO RECONHECE, ESCOLHE E LEGITIMA MULHERES COMO LIDERANÇAS NA MESMA PROPORÇÃO EM QUE ELAS FAZEM PARTE DELA?
Por que uma mulher pode confiar em outra mulher como médica, professora, advogada, empresária ou profissional de tantas outras áreas, mas essa mesma confiança nem sempre se transforma em reconhecimento político e liderança?
Por que as próprias mulheres, sendo uma parcela tão expressiva do eleitorado, não elegem mulheres na mesma proporção?
Quais fatores culturais, sociais, políticos, familiares e históricos ajudam a produzir essa contradição?
É essa provocação que chamamos de Feminicídio do Poder.
E é sobre ela que queremos que mulheres de todo o Brasil escrevam.
Queremos reunir experiências, pesquisas, histórias, reflexões e diferentes pontos de vista — inclusive visões que se confrontem — e transformá-los em livros escritos por mulheres de diferentes partes do país.
Você não precisa ser escritora profissional para participar.
Precisa ter algo a dizer.
Escreva. Participe. Publique. Transforme.
SUA VOZ PODE SE TRANSFORMAR EM LIVRO.
[CONHEÇA O CONCURSO E PARTICIPE]
CONVOCAÇÃO NACIONAL
2028 COMEÇA AGORA
Mulher, você sabia que 775 municípios brasileiros não têm uma única vereadora eleita?
Nós queremos mudar essa realidade.
Por isso, a Rehlum está convocando mulheres de todo o Brasil para uma construção que começa agora.
Não queremos chegar a 2028 apenas desejando mais mulheres nos espaços de poder. Queremos chegar organizadas, preparadas e unidas.
E você não precisa começar sozinha.
A Rehlum já está construindo uma estrutura para essa jornada: formação, produção de conhecimento, organização nos municípios, tecnologia, projetos e propostas concretas de políticas públicas.
Tudo isso estará à disposição das mulheres que decidirem caminhar conosco.
Porque, se queremos mudar a realidade, precisamos transformar a nossa presença em organização, a nossa organização em unidade e a nossa unidade em poder de transformação.
Você pode ser candidata.
Pode ajudar outra mulher a chegar.
Pode organizar sua cidade.
Pode contribuir com conhecimento, experiência e trabalho.
Há um lugar para você nessa construção.
2028 não começa na eleição.
2028 começa agora.
PARTICIPE.
Conheça o projeto. Entenda como vamos nos organizar e descubra onde você pode fazer parte dessa transformação.
QUEM SOMOS
A nossa história começa com a dor. Mas não termina nela.
A Rehlum nasce da dor de mulheres que foram vítimas de agressões, violência e tentativas de feminicídio.
Mulheres que conheceram o medo não como uma estatística, mas como parte de suas próprias histórias.
Diante dessa realidade, poderiam ter se calado. Poderiam ter transformado a dor em silêncio.
Decidiram transformá-la em luta.
Começaram a se organizar, conversar com outras mulheres, ouvir vítimas de violência e familiares de vítimas de feminicídio. E dessas experiências nasceu uma pergunta muito simples:
O que poderia ter sido feito para protegê-las?
Foi ouvindo essas histórias e procurando respostas para essa pergunta que começamos a pensar em tecnologia.
A experiência daquelas mulheres ajudou a identificar necessidades reais de quem vive uma situação de risco: pedir ajuda discretamente, comunicar rapidamente uma ameaça, permitir localização, alcançar uma rede de proteção e reduzir o tempo entre o perigo e o socorro.
Assim começou a nascer o GSZ360 — Grito Silencioso, uma tecnologia pensada a partir da realidade de mulheres que sabem o que significa precisar de proteção.
Mas desenvolver uma solução não era suficiente.
Era preciso fazê-la chegar às mulheres.
E foi aí que encontramos outra realidade.
Começamos a procurar o poder público, apresentar a tecnologia e defender sua implantação nos municípios. Encontramos portas abertas, mas também encontramos portas fechadas. Encontramos pessoas dispostas a ouvir e outras que sequer quiseram conhecer aquilo que estávamos propondo.
A experiência nos fez compreender algo maior:
não basta construir uma solução quando quem tem o poder de implementá-la não considera o problema uma prioridade.
E então nossa luta mudou de dimensão.
Percebemos que a violência contra a mulher não começa somente quando alguém agride seu corpo.
Existe também um processo anterior, mais silencioso: quando a sua voz não chega aos lugares onde as decisões são tomadas; quando suas experiências não participam da definição das prioridades; quando aquilo que acontece conosco não encontra a mesma relevância nos espaços de poder.
Foi dessa reflexão que nasceu uma das ideias que hoje orientam nossa caminhada:
o feminicídio do corpo pode ser precedido pelo feminicídio do poder.
Quando mulheres estão distantes dos espaços onde se decide sobre segurança, saúde, educação, orçamento, tecnologia e políticas públicas, também ficam distantes da possibilidade de determinar quais problemas precisam ser enfrentados primeiro.
Foi então que compreendemos:
se queremos transformar a realidade das mulheres, precisamos participar dos lugares onde essa realidade é decidida.
Por isso, nossa caminhada não parou no aplicativo.
A tecnologia nos levou à luta.
A luta nos levou à produção de conhecimento.
O conhecimento nos levou à organização.
E a organização nos trouxe à compreensão de que também precisamos ocupar os espaços de decisão.
Hoje, a Rehlum reúne mulheres dispostas a transformar experiência em conhecimento, conhecimento em organização e organização em capacidade de mudar a realidade.
Não somos mulheres unidas porque pensamos exatamente da mesma maneira.
Somos mulheres que compreenderam que existem causas maiores do que nossas diferenças.
Queremos proteger mulheres.
Queremos produzir nossas próprias ideias.
Queremos desenvolver soluções.
Queremos participar da construção de políticas públicas.
Queremos preparar outras mulheres.
E queremos ampliar a presença feminina nos lugares onde as decisões que afetam nossas vidas são tomadas.
Por isso nos organizamos.
Por isso desenvolvemos tecnologia.
Por isso escrevemos.
Por isso denunciamos.
Por isso propomos.
Por isso estamos construindo uma mobilização nacional.
Nós somos mulheres que decidiram não permitir que a dor determine o fim da nossa história.
Transformamos sofrimento em força.
Experiência em conhecimento.
Conhecimento em tecnologia.
Indignação em mobilização.
E mobilização em transformação.
Isso é ser uma Mulher Tecnológica.
COLETIVO REHLUM
A nossa história nasceu da necessidade de sobreviver.
O nosso futuro será construído pela capacidade de transformar.
Nossos Projetos
GSZ360
Tecnologia para transformar um pedido silencioso de ajuda em proteção.
Conheça o projeto →
Projetando o Futuro
2028 começa agora. Mulheres organizadas para ocupar os espaços de decisão.
Participe →
Concurso Literário
Feminicídio do Poder. Mulheres produzindo pensamento e transformação.
Conheça →
Escola Intelectual
Conhecimento para compreender a realidade, produzir pensamento e transformar.
Saiba mais →